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Quer idéias de atividades?????

Pesquisando, pesquisando…. eu achei uma colega que publicou muitas idéias para os nossos aluninhos aprenderem!

Vejam na página: ATIVIDADES PEDAGÓGICAS.

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Feliz 2010!

Eu gostaria de agradecer todas as pessoas que entraram no nosso blog e prestigiaram a nossa intenção!

Obrigada pelos comentários e que o ano que começa seja cheio de novidades e surpresas agradáveis para todos nós!

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Salvem os animais!!!!

Aguarde uma pesquisa sobre animais em extinção!!!

Assista o vídeo feito no projeto Tamar:

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Criatividade!! Crie com consciência!!

Visite a nossa página sobre criatividade e veja quantas idéias legais!!

Deixem comentários e outras idéias!

Clique no Coelho e vá para a nossa página criativa:

 

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Autoavaliação

Você já fez a sua autoavaliação?

Ultimamente, eu tenho pensado muito em autoavaliação…

E muitas perguntas passam pela minha cabeça:

O que adianta fazer uma autoavaliação se existem pessoas que não fazem e esquecem que existe o outro?

Como fazer um mundo melhor com tanta gente que se aproveita da boa vontade do outro?

E, você já pensou que a pessoa pode pensar que esta certa pelo modo que aprendeu?

E, quanta gente se acha a mais correta das pessoas e a única coisa que faz é aproveitar-se do outro!

Quanto temos que aprender!!!

E o que mais me emociona e me motiva a viver uma vida de professora são os meus anjos: meus alunos!

Graças a Deus! Eu aprendo mais com eles do que com os adultos!

Blog com novidades!

Nova ortografia clique na imagem e tire duas dúvidas:

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Amazônia

Temos a maior floresta tropical do Planeta: A Floresta Amazônica!

E o que fazemos com ela?

Devastamos!

Estamos acabando com o habitat de indígenas, animais e plantas, além de destruir a maior floresta considerada o pulmão do Planeta Terra.

Clique na imagem e leia a matéria que fala sobre a venda de áreas amazônicas:

Leia a carta abaixo dos artistas CHRISTIANE TORLONI, JUCA DE OLIVEIRA, VICTOR FASANO que utilizaram a mídia e o sucesso e comprometeram-se na luta de proteger o nossa maior riqueza:

CARTA ABERTA DE ARTISTAS BRASILEIROS SOBRE A DEVASTAÇÃO DA AMAZÔNIA

Acabamos de comemorar o menor desmatamento da Floresta Amazônica dos últimos três anos: 17 mil quilômetros quadrados. É quase a metade da Holanda. Da área total já desmatamos 16%, o equivalente a duas vezes a Alemanha e três Estados de São Paulo. Não há motivo para comemorações. A Amazônia não é o pulmão do mundo, mas presta serviços ambientais importantíssimos ao Brasil e ao Planeta. Essa vastidão verde que se estende por mais de cinco milhões de quilômetros quadrados é um lençol térmico engendrado pela natureza para que os raios solares não atinjam o solo, propiciando a vida da mais exuberante floresta da terra e auxiliando na regulação da temperatura do Planeta.

Depois de tombada na sua pujança, estuprada por madeireiros sem escrúpulos, ateiam fogo às suas vestes de esmeralda abrindo passagem aos forasteiros que a humilham ao semear capim e soja nas cinzas de castanheiras centenárias. Apesar do extraordinário esforço de implantarmos unidades de conservação como alternativas de desenvolvimento sustentável, a devastação continua. Mesmo depois do sangue de Chico Mendes ter selado o pacto de harmonia homem/natureza, entre seringueiros e indígenas, mesmo depois da aliança dos povos da floresta “pelo direito de manter nossas florestas em pé, porque delas dependemos para viver”, mesmo depois de inúmeras sagas cheias de heroísmo, morte e paixão pela Amazônia, a devastação continua.

Como no passado, enxergamos a Floresta como um obstáculo ao progresso, como área a ser vencida e conquistada. Um imenso estoque de terras a se tornarem pastos pouco produtivos, campos de soja e espécies vegetais para combustíveis alternativos ou então uma fonte inesgotável de madeira, peixe, ouro, minerais e energia elétrica. Continuamos um povo irresponsável. O desmatamento e o incêndio são o símbolo da nossa incapacidade de compreender a delicadeza e a instabilidade do ecossistema amazônico e como tratá-lo.

Um país que tem 165.000 km2 de área desflorestada, abandonada ou semi-abandonada, pode dobrar a sua produção de grãos sem a necessidade de derrubar uma única árvore. É urgente que nos tornemos responsáveis pelo gerenciamento do que resta dos nossos valiosos recursos naturais.

Portanto, a nosso ver, como único procedimento cabível para desacelerar os efeitos quase irreversíveis da devastação, segundo o que determina o § 4º, do Artigo 225 da Constituição Federal, onde se lê:

“A Floresta Amazônica é patrimônio nacional, e sua utilização far-se-á, na forma da lei, dentro de condições que assegurem a preservação do meio ambiente, inclusive quanto ao uso dos recursos naturais”

Assim, deve-se implementar em níveis Federal, Estadual e Municipal A INTERRUPÇÃO IMEDIATA DO DESMATAMENTO DA FLORESTA AMAZÔNICA. JÁ!

É hora de enxergarmos nossas árvores como monumentos de nossa cultura e história.

SOMOS UM POVO DA FLORESTA!

Sozinhos, eles não conseguirão acabar com a devastação e a venda de áreas preservadas. Podemos contribuir com esses fantásticos atores assinando um abaixo assinado Amazônia clicando na imagem abaixo:

Manter a floresta é uma obrigação e devemos isso para as gerações futuras!

João Meireles Filho em: Você já comeu a Amazônia hoje? critica as decisões do governo Federal em relação a Floresta Amazônica que está se acabando aos poucos…

Podemos reverter esse quadro!

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Sala de educadores, o retorno

Olá amigos blogueiros apaixonados pela educação.

As férias foram ótimas, mas chega de preguiça e vamos ao trabalho. No mês de março já aconteceu o primeiro encontro do ano, na sala de educadores, no senac da Penha.  Com o sociólogo, Alberto Carlos Almeida, discutimos: educação , ética, preconceito e racismo. Os temas estão contidos em seu livro: ‘A cabeça do Brasileiro”, muito bom por sinal.

Me fez recordar as aulas  de sociologia do professor Jarbas. Aliás quase todas as discussões na sala de educadores tem tudo a ver com o que discutimos na Universidade São Judas Tadeu.

Vale a pena participar. 

É apenas um sábado por mês e é de graça.

O próximo encontro será no dia 26 de abril

Entre no site do Senac e veja o calendário dos encontros clicando na imagem:

Quer participar? Ligue para o Senac Penha: tel (11) 2135-0300 Fax  (11) 2135-0398

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Sala de Educadores dia 26/04/2008…

Olá amigos!

No sabádo dia 26 estive em mais um evento realizado no SENAC São Paulo na unidade da Penha. O sala de Educadores é direcionado a todos aqueles que se interessam por assuntos relacionados a educação. É o segundo ano que participo e tenho aprendido muito nestes encontros. O evento é muito bem organizado. Somos recebidos com uma linda mesa de café, com bolos doces, sucos e frutas. Os palestrantes são sempre de primeiríssima qualidade e as palestra são abertas para discussões, dando a oportunidade de interação do publico com o palestrante. Além disso ainda recebemos uma declaração de participação para acrescentar ao nosso currículo.

E tudo de graça!.

Realmente, na área da educação só fica desatualizado quem quer.

Ana Granado

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Parabéns Planeta Terra!

No dia 22 de abril comemora-se o Dia da Terra. A data foi criada em 1970 pelo senador norte-americano Gaylord Nelson e representou o primeiro protesto nacional contra a poluição. Trinta e oito anos depois, vivemos o temor do aquecimento global e suas conseqüências para a vida no planeta.

Mas, você já pensou se a sua rotina afeta a nossa maior moradia: O Planeta Terra?

Segundo relatórios do EPA, Agência de Proteção Ambiental norte-americana e da California Comparative Risk Project, o consumo insustentável é apontado como um dos responsáveis por esse superaquecimento. A maior parte de nossas atividades diárias leva, direta ou indiretamente, à emissão de gás carbônico (CO2) na atmosfera.

Um motor de carro mal cuidado, por exemplo, consome 50% mais combustível e produz 50% a mais de CO2.  Utilizar veículos movidos a álcool ou biocombustíveis reduz em 500 Kg ou mais a sua emissão anual do gás. Os cuidados dentro de casa também são bem-vindos. Trocar lâmpadas incandescentes por fluorescentes, por exemplo, é uma ótima prática.

Nesse dia da Terra queremos alertar você a se preocupar com suas atitudes em relação ao planeta que nos habita.

Devemos ter em mente que não somos os únicos e os últimos habitantes. Devemos preservá-lo para as próximas gerações!

Clique na imagem abaixo e veja que no trabalho, na escola, no carro e em casa podemos fazer a nossa parte e contribuir para a saúde do nosso planeta! 

 

(22/04/2008 – Fontes: sites Iniciativa Verde e Faces do Brasil)

Clique nas imagens abaixo, viaje nas imagens e veja o quanto vale a pena cuidar de cada pedacinho do nosso planeta:

Agora que sabe como fazer a sua parte, compartilhe com os amigos, familiares e contribua para a saúde do nosso Planeta!

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Imoralidade

Certo dia fui repreendida por uma amiga, super conservadora, ao afirmar que sentia um orgasmo toda vez que descia do ônibus “expresso 3141,  linha Parque D. Pedro II – terminal São Mateus.

– você não deveria falar esta palavra imoral!  – disse ela.

-Imoral? Imoral é a condição dos usuários do transporte coletivo desta cidade. Respondi eu.

– Principalmente os que se utilizam desta linha.

– Todos os dias, ao sair da Universidade, por 40 minutos, tempo maior que o do trajeto a percorrer entre a escola e minha residência (30 minutos), eu e uma multidão de alunos esperamos pelo bendito ônibus, que mesmo antes de chegar ao ponto, ainda no farol, é invadido pelos estudantes que depois de um árduo dia de trabalho, enfrentaram as aulas e agora anseiam por um merecido descanso em seus lares. Devido ao longo espaço  de tempo entre um carro e outro, eles estáo sempre lotados. A maioria das pessoas estão  mal humoradas, irritadas, e fazem de qualquer esbarrãozinho motivo de discussão. Como é impossivel  não se esbarrar em alguém  num ônibus lotado como aquele, quase todos os dias acontecem discussões, sendo que muitas vezes o motorista é obrigado a levar todos para a delegacia, o que além de desagradável acaba atrasando a nossa fatigante jornada.  

Dos muitos fatos que presenciei no mencionado meio de transporte, tendo como testemunha, os usuários e suas sacas de cebola, batata, milho, limão, e outros produtos,  sobras do que foi levado para ser vendido no centro da cidade, um dos mais marcantes é o que vou contar agora.

Quando entrei no ônibus percebi que o motorista discutia com uma senhora maltrapilha, aperentemente carente,  dotada de poucos recursos financeiros. Ele pedia que ela descesse do veículo uma vez que já havia feito mesmo a sujeira.  A senhora humildemente obedeceu. Os comentários que corriam dentro do ônibus, eram de que a senhora, acometida por uma forte diarréia, pediu que o motorista parasse fora do ponto para que ela pudesse descer e encontrar algum estabelecimento que disponibilizasse de um banheiro , no qual ela pudesse aliviar o seu lado. Porém o motorista, devido  ao risco de acidente e outras implicações que teria ao parar no meio de um trânsito tão complicado, não acatou o pedido da pobre senhora, que não resistindo mais, soltou tudo que tinha direito, ali mesmo, no banco de passageiros. Mesmo com um cheiro insuportável ,a cada parada, subiam os usuários, se empurrando, disputando o tão almejado banco vago para dele se apropriar. . E então, antes que o fato fosse consumado, a galera gritava: – Cuidado, não senta, melô, tá sujo. E todos caiam na maior gargalhada. Foi esta palhaçada a viagem inteira . Eu ri tanto neste dia que por pouco não repetia a façanha da protagonista da história.  

Esta história não é menos cômica que a situação que  vivemos  diariamente no trânsito de nossa cidade.  Faço uso dela, não só para diversão, mas também para reflexão.

Você já parou para pensar porque os meios de tranportes desta cidade são tão precários?

Porque a venda de automóveis crescem a cada dia?

O que é mais valorizado: o bem estar dos usuários ou os altos impostos pagos pelos fabricantes e proprietários dos veiculos?

O que podemos fazer para amenizar estes problemas? 

Envie seus comentários e sugestões para que juntos possamos encontrar soluções e quem sabe ajudar a cidade de São Paulo enfrentar os problemas das más condições de transporte público, trânsito e desrespeito ao cidadão.

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