Archive for janeiro, 2011

Mensagem para amigos e alunos do ano de 2010

Amigos queridos!

Agradeço a presença e a existência de vocês na minha vida!

Mais do que nunca, esse ano foi muito importante tê-los ao meu lado!

Quem ficou ao meu lado e me conhece sabe o quanto eu perdi nesse ano que se passou.

A pessoa que mais me ensinou nessa vida se foi e com ela foi grande parte da minha felicidade e energia de viver!

Mas, todos que estiveram ao meu lado me ajudaram a olhar para um outro prisma, uma outra forma de ver a vida.

Daqui por diante, colocarei em prática todos os ensinamentos educacionais, sentimentais e morais que o meu querido Pai me deu.

Meu pai se orgulhava muito da profissão que escolhi e nela vou trabalhar bastante para melhorar o futuro.

Segue a mensagem que preparei para meus amigos e alunos que me fortaleceram:

Obrigada de coração!

Lugar especial, onde eu e minha família passamos momentos que jamais esqueceremos!

Smiley chorando

2010 156

clip_image002ÁRVORE DA VIDA

 

Existem pessoas em nossas vidas que nos deixam felizes

pelo simples fato de terem cruzado o nosso caminho. 
Algumas percorrem ao nosso lado, vendo muitas luas passarem,

mas outras apenas vemos entre um passo e outro.

A todas elas chamamos de amigo.
Há muitos tipos de amigos.
Talvez cada folha de uma árvore caracterize um deles.

O primeiro que nasce do broto é o amigo pai e o amigo mãe. 
Mostram o que é ter vida. 
Depois vem o amigo irmão, com quem dividimos o nosso espaço para que

ele floresça como nós.

Passamos a conhecer toda a família, a qual respeitamos e desejamos o bem.
Mas o destino nos apresenta outros amigos,
os quais não sabíamos que iam cruzar o nosso caminho. 
Muitos desses são designados amigos do peito, do coração. 
São sinceros, são verdadeiros. 
Sabem quando não estamos bem, sabem o que nos faz feliz…

Às vezes, um desses amigos do peito estala o nosso coração e então

é chamado de amigo namorado. 
Esse dá brilho aos nossos olhos, música aos nossos lábios, pulos aos nossos pés.

Mas também há aqueles amigos por um tempo,

talvez umas férias ou mesmo um dia ou uma hora. Esses costumam colocar

muitos sorrisos na nossa face, durante o tempo que estamos por perto. 
Falando em perto, não podemos nos esquecer dos amigos distantes,

 

que ficam nas pontas dos galhos, mas que quando o vento sopra,

aparecem novamente entre uma folha e outra.

O tempo passa, o verão se vai, o outono se aproxima,

e perdemos algumas de nossas folhas.

Algumas nascem num outro verão e outras permanecem por muitas estações.
Mas o que nos deixa mais feliz é que as que caíram continuam por perto,

continuam aumentando a nossa raiz com alegria.
Lembranças de momentos maravilhosos enquanto cruzavam o nosso caminho.

Desejo à você, folha da minha árvore,

Paz, Amor, Saúde, Sucesso, Prosperidade…
Hoje e Sempre…

Simplesmente porque:
Cada pessoa que passa em nossa vida é única.

Sempre deixa um pouco de si e leva um pouco de nós.
Há os que levaram muito, mas não há os que não deixaram nada.

Esta é a maior responsabilidade de nossa vida e

a prova evidente de que duas almas não se encontram por acaso.

Sentirei saudades e sempre estarei torcendo por você!

Boas Festas!

 

Professora Luciana Cristina Costa Raspa  Coração vermelho   2010

Comentários desligados

Apresentação

Bem vindo ao blog LUZ E VIDA!

Luciana Raspa e Ana Granado, educadoras, convidam você para passear pelo blog e conhecer um pouco sobre a nossa vida profissional, cursos, alunos e tudo que faz parte do universo educacional.

Queremos a participação de todos para o nosso crescimento e desenvolvimento, para isso não basta só visitar o blog. Queremos depoimentos, críticas construtivas, idéias ou mesmo dialogar com você neste espaço de Luz e Vida!

Agradecemos a todos que fazem parte do blog: alunos de EJA do CEAM, professores do curso de Pedagogia da Universidade São Judas Tadeu (Jarbas Novelino Barato e Dinéia Hipólitto, entre outros), familiares, companheiros professores e auxiliares, e todos os participantes de todo o Brasil que comentaram e de alguma forma cooperaram para a realização desse blog.

Nosso trabalho é em equipe!

OBS: Tivemos que reformular a apresentação por causa de um problema técnico. Infelizmente, uma parte da nossa história se apagou (comentários de pessoas importantes e queridas). Gostaríamos de pedir para as pessoas que sentiram falta de seu comentário, entrarem e comentarem novamente para nos ajudar a resgatar algo que foi perdido por engano!

Por outro lado,  estamos numa outra fase das nossas vidas e entusiasmadas em compartilhar novos conhecimentos e novas vivências com vocês!

Obrigada!

Luciana Raspa.

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Argila e estimulação neuropsicomotora

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Brinque com argila com os alunos e propicie uma experiência riquíssima. A argila por ser uma material maleável e fluído, permite a criança a ter um maior contato com os sentidos, liberar seus movimentos, desenvolver a percepção, a psicomotricidade: fatores importantes na sua formação.

Assim como os músculos são exercitados, os neurônios
podem ser trabalhados para aumentar o número de
ligações nervosas e conseqüente incremento
da função cerebral”

Rose Koyashiki

Leia o artigo e tenha as suas conclusões:

Argila como instrumento de estimulação neuropsicomotora

Artigo transcrito do Jornal da UEM – Universidade Estadual de Maringá

 

 

O Ateliê de Escultura em Argila, que funciona na UEM desde 1998, tem uma proposta inovadora: utilizar o trabalho com argila como instrumento de estimulação neuro-psicomotora, dentro do conceito da neuroplasticidade. Embora carregue um nome complicado, a neuroplasticidade é a capacidade de as células cerebrais, neurônios, modificarem-se, adaptarem-se, reorganizarem-se e criarem novas vias neurais. Isso significa que, em casos de danos por doenças ou traumas, os neurônios lesados podem ser substituídos pelos vizinhos, que assumem as funções das células afetadas. Cada estímulo pode resultar em novas aprendizagens, que ficarão registradas na morfologia do sistema nervoso, em forma de sinapses, segundo o professor Marcílio Hübner de Miranda Neto, citado por Valmir Batista da Silva, coordenador do Ateliê. Assim como os músculos são exercitados, os neurônios também podem ser trabalhados para aumentar o número de sinapses, ou seja, as ligações entre as células nervosas. Quanto maior a sinapse, maior a eficiência do processamento de informações no cérebro.

Tensões liberadas – Valmir da Silva explica que, ao trabalhar com argila, a área frontal do cérebro, responsável pelo planejamento das ações, e a área motora, responsável pelo movimento intencional, são diretamente estimuladas. Como resultado, a pessoa tem suas tensões liberadas e apresenta interação criativa, domínio motor, auto-expressão, interação lúdica, expressão da forma tridimensional e desenvolvimento interpessoal. Nesse projeto, também são utilizados os preceitos da arte-terapia, que surgiu para promover a estruturação psíquica pela arte.

Os resultados da iniciativa são animadores. Edvan Dias de Souza, 33 anos, é um exemplo. Ele nasceu com paralisia cerebral e teve uma lesão na área ligada à parte motora que afeta seus movimentos e a fala. Iniciou no projeto em 1998 como aluno e hoje ensina as técnicas de modelagem e escultura, tanto no projeto como no Centro de Vida Independente, que funciona no Bloco 14 do câmpus universitário. No ano passado, entre 100 inscritos, figurou entre os 20 selecionados para a Mostra Paranaense de Artes Visuais. Seus trabalhos, assim como o de outros artistas do Ateliê, ganharam um espaço na loja Bem Brasil, uma forma de ganhar visibilidade.

Auto-estima – Valmir da Silva, que é psicólogo, relata que o desenvolvimento de Edvan de Souza foi registrado por meio de suas obras, que mostram a evolução estética e o domínio das técnicas utilizadas. Mas não foi só a parte artística que apresentou melhoras. Houve, ainda, ganhos social, psíquico e motor, como o reconhecimento de seu talento pelo público, a inclusão social, o incremento na auto-estima, a autodeterminação e autonomia. Silva lamenta que a evolução cerebral não tenha sido quantificada por meio de exames sofisticados, como a tomografia computadorizada, por falta de recursos. Mesmo assim, ressalta que é possível ver que houve evolução motora pelas obras. No início, elas eram mais rústicas, toscas, agora, apresentam formas tridimensionais mais elaboradas e movimentos simétricos, firmes, definidos.

Edvan de Souza também aceita encomendas. Atualmente desenvolve a escultura Dança dos Cisnes para uma senhora. Seu estilo preferido é o abstrato, com expressão geométrica, com poucos detalhes, com um “pé” no cubismo e outro na arte contemporânea. Mas faz também peças utilitárias, como vasos e jarros. Sua obra preferida é O Abraço, que já foi vendida. Sua recompensa é ver as pessoas admirando seus trabalhos e tentando entendê-los.

O projeto é aberto também a pessoas sem deficiência motora. Fábio Cisneros Corveloni, aluno do 2º ano de Geografia na UEM, freqüenta o Ateliê desde 2003. Para ele, a atividade com argila ajuda a relaxar, acalmar e estimula a criatividade. Embora comercialize algumas obras, confessa que é difícil se separar delas. Prefere mantê-las para si ou dar para amigos. Corveloni gosta de passear pelo universo místico, surreal. Seus trabalhos preferidos são dragões, seres sobrenaturais, guerreiros medievais. Também participou da Mostra Paranaense de Artes Visuais no ano passado. Diz que não pensa em fazer da escultura sua profissão, mas também não descarta a possibilidade. Sua obra preferida é Amor ou Ódio.

Mudança de foco – Valmir da Silva relata que, quando iniciou o projeto em 98, sua intenção era um espaço para trabalhar a arte. Depois de começar o curso de pós-graduação em Ciências Morfofisiológicas na UEM, o foco mudou. O objetivo passou a ser um espaço para desenvolver o indivíduo nos aspectos neurológico, psicológico e motor. A modelagem em argila auxilia a pessoa a se reorganizar internamente, a reestruturar-se psiquicamente, a adquirir autoconfiança e auto-estima, a detectar e descobrir potencialidades, além de estimular a formação de novas sinapses e de trabalhar os movimentos mais finos.

O coordenador do projeto ressalta que, em momento algum, interfere na produção dos alunos. Simplesmente, repassa as técnicas utilizadas na modelagem e escultura. Para ele, todos têm condições de fazer esculturas. O problema é que o acesso às práticas artísticas não é disponibilizado no processo de formação, no processo educativo. Diz que a criatividade se disponibiliza pelo oferecimento de espaço com atmosfera acolhedora e receptiva, com liberdade, sem interferência ou julgamento dos trabalhos, onde as pessoas possam expressar-se livremente. Acrescenta que criativi-dade é a oportunidade de auto-expressão, bastando apenas ambiente propício, materiais e técnicas de manipulação dos materiais para que ela aflore e cresça.
O Ateliê recebe apoio de infra-estrutura do Diretório Central dos Estudantes e materiais da Sociedade Éticamente Responsável.

Experiência positiva

A experiência com a argila está sendo empregada fora da UEM pela pedagoga Silvia Mara da Silva entre crianças que apresentam dificuldades de aprendizagem. A atividade é um sucesso. Silva, que participou do Ateliê de Escultura durante três anos, relata que a argila é um ótimo instrumento no desenvolvimento das pessoas em vários aspectos, quando utilizado de forma sistemática. “A modelagem em argila promove uma estimulação cerebral, a criação de novas redes neurais, e os benefícios incluem melhoras na auto-expressão, na coordenação motora fina, na organização do pensamento, na auto-estima, no relacionamento interpessoal”, enumera.

Silva, que atua na área de neurociência e arte-educação, diz que as melhoras podem ser notadas em curto prazo – a partir de três meses – e em qualquer faixa etária. Aponta que o trabalho parte de situações lúdicas voltadas para o aprendizado tanto da leitura como da escrita.

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Vamos praticar em sala de aula:

Materiais:

-argila;

-jornal;

-copo descartável e água;

-cola colorida;

-tintas variadas;

-palitos de sorvete verdes;

-crepon;

-pincel.

Com a ajuda dos alunos, cubra as carteiras e fale a importância de manter a sala em ordem e não sujar o ambiente.

Dê a argila para cada aluno e fale para manusear como quiserem. Palitos são ideais para abusarem da criatividade.

Com a sua ajuda, motive-os a fazerem vasinhos de flores.

Ajude-os a escreverem seus nomes nos vasos e deixe secar por alguns dias.

Faça as flores com papel crepon.

Dependendo da idade do aluno, você terá que fazer e ele observará.

Corte do crepon (enrolado) em formato de pétala. Passe fita dulpe face no patito e comece a enrolar o crepon cortado. A parte cortada para cima, dando o formato de flor. Quanto estiver bem cheia, você pode cortar o excesso.

Faça pingos com cola colorida em formatos de flores no vaso depois de seco e pintado.

Os dedinhos com tintas podem fazer flores e decorar ainda mais!

Presenteie a mamãe com seu vasinho lindo!

Beijoss! Volto jáSmiley piscando

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