Archive for agosto, 2007

Educação no século XXI

Diante de muitas pesquisas e leituras estamos percebendo que o principal ponto a ser atingido na busca da educação do ser como um todo é a mudança nas pessoas do ambiente de convívio, estes, responsáveis pelo papel de educar: pais e educadores.

Na atual situação em que se encontra a educação, não adianta esperarmos mudanças no educando se os pais e educadores não mudarem seus conceitos, condutas e atitudes.

Eu, Luciana Raspa e uma amiga: Maria Figueiredo, estamos desenvolvendo um projeto para pesquisarmos o real papel de pais e educadores para a formação de um ser integral, transformador da sociedade em que vive.

Pedimos a colaboração de você: educador, pai, amante desse assunto… para que nos ajude e nos conduza para uma discussão pertinente e significante.

Para a sua participação em nossa pesquisa basta acessar o blog da amiga Maria Figueiredo: Educação no século XXI e responder a enquete da página:

http://fmaria.wordpress.com/2007/08/09/enquente-sobre-educacao-no-seculo-xxi/

BLOG: http://fmaria.wordpress.com/

A sua participação na enquete é muito importante para nos orientar os caminhos de uma pesquisa com depoimentos reais e significativos que podem mudar idéias e dar sugestões para uma educação com qualidade em busca da formação  de um ser humano integral e transformador.

Participe!!

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Unidos por um mundo melhor!

O Live Earth ocorreu em 07/07/07  com 9 concertos que duraram 24 horas em 7 continentes reunindo mais de 100 artistas da música e 2 bilhões de pessoas para desencadear um movimento global a fim de resolver a crise climática.

Foi um movimento que uniu os meios de comunicação como: TV, rádio, Internet e canais sem fios.

O Live Earth marca o início de uma campanha de vários anos liderada pelo Alliance for Climate Protection (Aliança Pelo Clima), The Climate Group (o Grupo do Clima) e outras organizações internacionais para incentivar indivíduos, corporações e governos a tomarem atitudes para resolver o aquecimento global. O ex-presidente americano Al Gore é o presidente da aliança e parceiro do Live Earth.

O Live Earth foi criado por Kevin Wall, o produtor executivo mundial do Live 8, um evento que reuniu um dos maiores públicos da história para combater a pobreza. Wall formou uma parceria com Al Gore e a Aliança Pelo Clima para garantir que o Live Earth inspire mudanças comportamentais, mesmo muito depois de 07/07/07. O ex-presidente americano Al Gore é autor de Uma Verdade Inconveniente, o livro best-seller sobre a ameaça e as soluções de aquecimento global e assunto de um filme do mesmo título, que foi indicado para dois Oscars.

O Live Earth organizou os concertos no Giants Stadium de Nova York; Wembley Stadium de Londres; Aussie Stadium em Sydney; praia de Copacabana no Rio de Janeiro; Maropeng at the Cradle of Humankind em Johanesburgo; Makuhari Messe em Tóquio; degraus da Oriental Pearl Tower em Xangai; HSH Nordbank Arena em Hamburgo; e Inonu Stadium em Istambul.

O SOS é a campanha de mensagens contínuas e o movimento mais amplo por detrás do Live Earth. A missão da campanha SOS é ensinar as pessoas a mudar seus comportamentos de consumo e motivar as corporações e líderes políticos a aprovar medidas decisivas para combater a crise climática. A mensagem do SOS é que todo mundo, em todo lugar, pode e deve Responder Ao Chamado para resolver a crise climática. A identidade e a linguagem da campanha SOS são baseadas na chamada de socorro do código morse internacional: três pontos seguidos por três traços e depois por três pontos. O sinal SOS original será usado como uma contínua chamada à ação para levar indivíduos, corporações e governos de todo o mundo a responder ao chamado com uma ação imediata e contínua. A campanha SOS está usando uma plataforma de multimídia poderosa com curta-metragens, anúncios em televisão e rádio, uma experiência interativa na Web, livros, os próprios concertos do Live Earth, para fornecer ao público mundial as ferramentas que ajudarão a combater a crise climática. Esta campanha multimídia garantirá que a mensagem do Live Earth ecoe muito tempo depois de 07/07/07.

Assista aos shows no mundo inteiro clicando na imagem abaixo:

Pense mais nas suas atitudes frente a natureza!

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Prova X Avaliação

Você, quando aluno, se lembra de como se sentia nas épocas de provas da escola?

E, você professor? Se lembra quando deu provas para castigar o seu aluno ou mesmo classificá-lo?

Nossa! Quanto trauma temos dessas provas que nos trazem uma mágoa tremenda e um medo de qualquer tipo de avaliação.

É lógico que devemos ser avaliados. Em todas as fases da vida somos avaliados.

Nós precisamos estar prontos para essa avaliação.

Nossa professora do curso de Pedagogia da Universidade São Judas Tadeu: Dinéia Hyppolito, Mestre em Educação pela PUC (Pontifícia Universidade Católica), especialista em avaliação do Ensino Superior pela UNB (Faculdade de Educação da Universidade de Brasília), em sua entrevista para a cinetvnet explica a avaliação no sentindo significativo para o aluno.

Todos os educadores e alunos devem assistir essa entrevista para mudar a sua prática e pensamento sobre a avaliação:

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Situações-problema

Quem já não se deparou com uma confusão mental na hora do pagamento das compras no caixa?

Os alunos de EJA aprendem as operações matemáticas contextualizadas em situações-problemas, muitos não gostam, pois acham mais fácil os tradicionais exercícios de arme e efetue, o que não fazem o aluno pensar…

Alguns professores, também, acham cômodo encherem a lousa ou cadernos com operações matemáticas para preencherem fichas burocráticas ou realizarem outras atividades, deixando o aluno sem orientação.

Como educadores devemos pensar na melhor forma do aluno aprender a pensar, saber argumentar e interpretar. Situações-problema fazem os alunos, que já sabem calcular operações matemáticas ou não, interpretarem as situações, analisar e pensar na melhor forma de resolver a questão estabelecida.

Muitas pessoas têm problemas com o troco, os centavos e o maior problema é na interpretação da situação.

É por essa razão que, na educação de jovens e adultos, somos orientadas para trabalhar somente com simulações de situações reais que os alunos apreendam a pensar na operação e melhor forma de resolver a situação-problema.

Exemplo:

Ganhei de presente R$50,00 para gastar em utensílios para o lar. Ao chegar na loja, me deparei com uma promoção de 6 copos por R$36,00 e aproveitei para comprar uma jarra de suco por R$12,00.

a) Quanto gastei na compra total?

b) Quanto custou cada copo?

c) Eu recebi troco, quanto?

Outra situação é:

Fui ao mercado e comprei: frutas: R$5,00, verduras: R$6,25, arroz: R$4,75, feijão: R$5,89, refrigerantes: R$6,90 e chicletes: R$5,30. Ao passar no caixa a cliente só tinha R$30,00 e teve que retirar um produto que considerava supérfulo.

A) Quanto é o total da compra?

B) Qual produto a cliente tirou?

C) Ao tirar o produto considerado supérfulo, qual é o total da compra?

D) Sobrará troco para a cliente? Se, sim, quanto a cliente levará de troco?

E) Quanto faltou para a cliente levar todos os produtos que escolhera?

Muitas dificuldades aparecem atividades como essas. Os alunos não entendem quais operações realizam… Basta o aluno imaginar a situação!

Outra dica é trabalhar com o dinheiro de mentira: simular a compra na sala de aula é um excelente método prático que facilita a compreensão do aluno.

A metacognição é uma prática educacional ótima para o aluno desenvolver a capacidade de expressão e fazer com que o educador entenda o processo de pensamento de cada aluno.

Na correção de situações-problemas é importante que ocorra este tipo de avaliação: Metacognição. Algum aluno que ainda não entendeu, poderá entender com a ajuda do colega.

Armar e efetuar é importante para a prática e conhecimento da técnica das operações, mas restringir somente à isso torna o aluno mecanizado e, ao se deparar com uma situação real não terá a habilidade de resolvê-la.

Clique na figura e leia a pesquisa sobre: “NUMERAMENTO, METACOGNIÇÃO E APRENDIZAGEM MATEMÁTICA DE JOVENS E ADULTOS” de Maria Elena Roman de Oliveira Toledo, Doutoranda daFaculdade de Educação da Universidade de São Paulo.

Luciana Raspa.

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Como aprendemos com as vivências dos alunos…

Em uma aula de matemática, ao apresentar a grafia numérica (para sanar algumas dificuldades diagnosticadas na avaliação) me deparei com um depoimento das alunas.

Duas senhoras, alunas, contaram que sempre tiveram um marido que fizesse tudo em casa: compras, banco, trabalho… Faziam tantas coisas que elas não tinham mais nada a fazer e a única coisa que sobrava era a educação dos filhos.

Os maridos faleceram e deixaram um vazio imenso na vida dessas duas senhoras que, emocionadas, falaram de como foi difícil aceitar a perda e sobreviver sem a ajuda de todos os dias…

Para levantar a auto-estima das alunas, que nesse momento estavam muito emocionadas, argumentei sobre o importante papel que tiveram na educação dos seus filhos e, hoje são pessoas íntegras, já que os maridos eram responsáveis por outras tarefas.

Mas, será que a educação dos filhos era pouco para elas? Será que as senhoras não tinham dividido obrigações familiares e estavam, sim, cumprindo com seu papel na família?

Sim, eu acredito que elas tiveram uma importante e valiosa presença na vida familiar! Essa importância não foi visível como as tarefas que os maridos exerciam e, enquanto pensaram muito nos filhos, deixaram suas vidas e hoje, apesar do conhecimento de vida que têm, possuem muitas dificuldades na escrita, leitura e operações…

Seus filhos foram orientados por elas e desenvolveram seu caráter graças à mãe e ao pai que juntos, mesmo com divisões de tarefas, trabalharam para uma formação ideal.

Todo relato que ouvi me fez pensar na minha família, por isso contei à elas que meus pais são assim… em casa eles possuem diferentes tarefas e, meu pai, um excelente marido, realiza muitas atividades: compras, banco… a minha mãe fica de fora dessas responsabilidades.

Hoje em dia, os maridos dividem responsabilidades com as mulheres em casa ,pois os dois precisam dividir as despesas, diferente de antigamente, que mulheres podiam se restringir a educação dos filhos.

Me senti grata em ter uma família, pois meu pai faz de tudo para a minha mãe pensando em uma melhor educação para os filhos, como no relato da aluna.

Quando um falta, acaba tudo, pois a divisão é tão exata que sempre existirá um vazio…

Outra coisa que minhas alunas fizeram todos pensar foi: é importante valorizar as pessoas que amamos no momento que estão presentes e dizer sempre o quanto elas são importantes na nossa vida!

Sou grata pela família que tenho!

Abrigada, alunas, pela lição de vida!

collage.jpg

Luciana Raspa.

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Minha história, sua história, nossa história

Olá amigos blogueiros!

 Estamos aqui abrindo mais uma página em nosso blog, e convidando a todos a participarem dela.  A idéia foi inspirada pelo amigo Juvenal Alvarenga, blogueiro indicado pelo Prof. Jarbas (autor do blog: Boteco Escola). Em seu blog, Juvenal conta histórias incríveis, adora cinema e diz que todos somos grandes personagens, nesta difícil arte de viver. Como já perceberam temos algumas histórias de vida de nossos alunos já publicadas. A idéia é juntá-las á nossa e criarmos um grande livro de histórias ,interessantes, divertidas  e comoventes.    Esperamos contar com a sua contribuição, escreva também sua história, a minha já está escrita, quem se interessar pode acessar no link, minha história, sua história, nossa história.   

 

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Meu avô…

Geraldo Costa, meu avô compôs um poema que foi publicado no livro: Antologia Literária: e por falar em amor.

FELIZ UNIÃO DE AMOR

Eu queria ser um ótimo poeta

Para poder escrever boa poesia

Ótimos versos de amor seriam a meta

Também manifestariam a minha grande alegria.

Se eu fosse um grande poeta e compositor,

Escreveria falando sobre a linda e querida mulher

Que comigo se casou com grande amor

Sabendo que este compositor e poeta muito bem lhe quer.

Tudo que agora temos em nossas vidas

Resultado foi desta união cheia de amores

Filho e filhas, pessoas saudáveis, lindas e queridas

São resultados vivos de nossa vida em meio a flores

Mas Deus permita que o tempo passe bem devagar

E não altere a felicidade entre pessoas que nasceram para se amar.

Geraldo Costa.

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História de Vida

Apresentando o aluno Mário Abrileri

“Eu, Mário Abrileri, quando era criança não obedecia a minha mãe. Ela me levava para a escola e, eu fugia, não queria estudar, porque eu gostava de brincar na rua de jogar bola.

A minha mãe me dava conselhos, mas eu não obedecia.

Eu fui um menino muito levado, eu discutia com meus pais porque não queria trabalhar. Eu gostava de ficar na farra porque os meus colegas ficavam. Meus irmãos não gostavam das minhas atitudes e achavam ruim comigo.

Minha mãe falava: “As horas passam e você não cria juízo”.

Eu fui um rapaz que não gostava de conselhos, tive a oportunidade de arrumar bons empregos para trabalhar e ajudar a minha família, mas eu não queria ouvir conselhos de ninguém, porque eu gostava de fazer as coisas que eu queria.

Meus pais e meus irmãos gostavam muito de mim.

Luciana, eu peço desculpas porque eu fui um menino muito cabeçudo… Essa foi a minha vida”.

Hoje, Mário Abrileri é aluno do CAAM, está no IV termo do primeiro segmento.

Ele é um aluno muito dedicado e esforçado, sempre interessado em aprender mais.

O seu interesse maior é aprender a Divisão, poir ele adora a matemática, e também a ler e escrever rapidamente.

Apesar das suas dificuldades, o aluno é um exemplo de vida para todas as pessoas!

Parabéns Seu Mário!

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Você fala internetês?

 Eu assisti a um debate na TV onde educadores discutiam sobre a escrita utilizada pelos usuários da internet.  Enquanto uns  atacavam os internautas argumentando que a   Língua Portuguesa está cada dia mais descaracterizada e atribuíam  à eles uma grande parcela da culpa, outros diziam que  a linguagem utilizada na internet  se trata apenas de uma maneira prática e rápida de comunicação. 

Leia o texto abaixo e expresse sua opinião:

          O internetês é uma linguagem surgida no ambiente da internet baseada na simplificação informal da escrita com o objetivo de agilizar a digitação. Consiste numa modificação que utiliza caracteres alfanuméricos. Usada inicialmente para IRC (internet relay chat) essa linguagem vem sendo adotada em telemoveis (celulares), fóruns na internet e correios eletrônicos. (e-mail).

          As abreviações, símbolos próprios e uma diversidade de recursos que invadem a rede são as principais características encontradas nas mensagens que utilizam esta linguagem. Porém, essa “customização” do português à internet vem sendo criticada e tenta ser eliminada por lingüistas puristas, que acreditam na descaracterização do português devido ao uso desses recursos. Outros estudiosos, contudo, não acreditam nesta possibilidade, caso o usuário tenha uma base estudantil sólida e saiba o que utilizar nas situações dadas. O internetês não possui nenhuma regularidade, por isso cada pessoa pode fazer as abreviações de modo diferente.

As simplificações mais comuns na língua portuguesa utilizada pelo internautas ” são:

  • Qu: transforma-se em “k”; “c” ou “ku”, dependendo da palavra:§         Quatro: kuatro; Aqui: aki; Quem:qm, kem; que = q ou ke; quando: cuando.o        com torna-se cm, c ou c/;o        quando torna-se kdo, qdo ou qd;§         quando nunca se torna em kd, que é uma forma encurtada de cadê;o        quanto em kto ou qto;o        donde torna-se dd;o        comigo torna-se cmg;o        mais torna-se +;o        menos torna-se -;o        para torna-se p/, pr ou pa;o        beleza torna-se blz;o        não torna-se ñ, n, non ou naum;o        também torna-se tbm ou tb;o        teclar torna-se tc, que é uma gíria para “conversar usando o teclado”;o        imagem torna-se img;o        como torna-se cmo;o        firmeza torna-se fmz.      o         o        Palavras e Frases muito usadas pelos internautaso        São utilizadas devido à necessidade de comunicação com cada vez mais pessoas ao mesmo tempo, ou mesmo pela utilização de diversos recursos virtuais, além da conversação, que é, ainda, dificultada por ser feita através da digitação.o        As modificações baseiam-se, ainda, na linguagem oral, expressando as palavras por sua sonoridade. Essa característica busca trazer ao diálogo uma maior impressão de realidade, pois as palavras ganham inúmeras formas, de acordo com a intenção do locutor.

  •     “h”: é utilizado nesse tipo de comunicação como um substituto do acento, ou seja, marcando a sílaba tônica. Por exemplo: “sihlaba tohnica”, “eu jah saih”, “ateh amanhah”.§        

  • “Ch” transforma-se em “x”, tal como palavras com dois “s” seguidos:o        chocolate: xocolate; achar: axar; passar: paxar; nossa: noxa; assassino: axaxino…

         Veja outros modelos do uso do Internetês clicando na imagem:

As pessoas que utilizam essa linguagem como forma de comunicação precisam tomar o cuidado para não se acostumarem e utilizarem para tudo em suas vidas, como em uma conversa formal ou em redações. Como foi dito, o internetês é uma forma de simplificar e tornar mais rápida a comunicação, já que estamos no momento de não perder tempo e tudo se transforma em segundos. Principalmente os jovens não podem deixar de estudar a maneira formal (forma culta) da língua portuguesa para a comunicação pois para vestibulares, concursos e entrevistas de trabalhos a exigência não é o internetês!

Por isso jovens de todo o Brasil, vocês podem simplificar a linguagem, desde que saibam utilizar a maneira correta da Língua Portuguesa.

Veja alguns sites sobre a Língua Portuguesa:

http://www.portugues.com.br/

http://www.tvcultura.com.br/aloescola/linguaportuguesa/

Veja, também, a pesquisa do nosso blog sobre a Língua Portuguesa:

https://anaeluciana.wordpress.com/2007/07/02/a-lingua-portuguesa/

E você, o que pensa sobre o internetês? Entre e dê a sua opinião!

 

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Projeto do Livro: Josué e Anita

Durante os anos que trabalhamos com Educação de Jovens e Adultos, nos foi possível constatar que, a maioria dos alunos, seja por motivos emocionais, físicos ou sociais encontram dificuldades na aprendizagem: memorização, assimilação e compreensão dos conteúdos aplicados em sala de aula. Diante deste fato, e tomando por base as teorias dos grandes educadores como Paulo Freire e Celestin Freinet, desenvolvemos este projeto de alfabetização, cujo objetivo é oferecer elementos facilitadores no processo de ensino e aprendizagem dos alunos.

O projeto possui como método de alfabetização uma adaptação do método do conto, ou historieta. O método do conto foi usado no final do século XIX por educadores americanos, conhecedores do interesse das pessoas pelas narrativas e com a capacidade para memorizar rapidamente as histórias ouvidas.

Neste método, com a orientação dos professores, os alunos criavam um texto para relatar um fato interessante ou para contar uma história. Geralmente, o professor usa as figuras para ilustrar as sucessivas frases e, assim, facilitar a memorização dos respectivos significados. A partir deste texto, chegava-se a análise e aprendizagem significativa das frases, das palavras, das sílabas e finalmente das letras.

Parabéns às professoras envolvidas com o projeto e aos alunos que se dedicaram e aprenderam com o método do conto!

Professoras: Elaine Cristina Gallo, Nathália Oliveira Buesa e Ana Correia Granado

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